Habbo Hotel incentiva a vacinação e reforça a importância social dos jogos

Quem costuma jogar Habbo Hotel, o social game mais amado do país, terá uma grata surpresa: acaba de ser aberto um posto de vacinação dentro do hotel para divulgar o Movimento Vacina Brasil, importante ação da Campanha Nacional de Multivacinação, realizada pelo Ministério da Saúde, para convocar crianças e adolescentes menores de 15 anos para atualizar a caderneta de vacinação.

Até o final do mês, o jogo abrigará em sua comunidade um Posto de Vacinação, similar ao do Sistema Único de Saúde (SUS), para incentivar e reforçar a importância da vacinação por meio de informações. Os jogadores serão direcionados ao posto e estimulados a responderem questões sobre o tema. Feito isso, cada um deles receberá um emblema do Movimento Vacina Brasil, que ajudará a proteger e conscientizar toda a comunidade do Haboo Hotel.

“Muitos desenvolvedores de games se empenham ao máximo para simular o que acontecimentos da vida real e o engajamento dos jogadores é muito grande. Realizar a ação dentro do Haboo Hotel, foi a escolha perfeita para impactar os jovens e fazer com que as informações recebidas sobre a importância da vacinação sejam repassadas para suas famílias e amigos. O jogo é clássico que completa 20 anos e mantêm 400 mil jogadores ativos por mês. Nesse caso, se trata de uma ação importante também para reforçar a função social dos jogos”, explica Leandro Veríssimo, country manager da Azerion, grupo da qual a Sulake, empresa criadora do icônico Habbo Hotel, pertence.

O objetivo do Habbo Hotel é conscientizar jovens e adolescentes sobre a necessidade de manter a caderneta de vacinação atualizada, uma ação importante para a prevenção de doenças. Lembre-se que sua saúde e a de seus parentes é primordial.

Habbo Hotel chega aos dispositivos Android

Muitos games que fizeram sucesso no PC estão ganhando ports para plataformas mobile, exemplos disso foram Sim City, The Sims, entre outros. A bola da vez é que comunidades virtuais também ganharam versões para dispositivos móveis, tal como ocorreu recentemente com o Habbo Hotel, da Sulake.

Sim, o Habbo ganhou uma versão para Android em meados de abril (praticamente quinze anos após seu lançamento para PCs). O mundo virtual free-to-play combina interação social com bens virtuais e um modelo de negócios gratuito (lembra algo de Second Life), de modo que o aplicativo tem cara de videogame, mas sem um objetivo definido.

“A história do Habbo é muito parecida com a história da própria indústria de videogames”, disse Antti-Jussi Suominen, CEO da Sulake. “Nós tivemos nossos altos e baixos, e sobrevivemos por ficarmos focados em nossos clientes e desenvolvido nossa abordagem para mudanças no ambiente. Micro-transações, padrão “Freemium” etc. Nós já lideramos o caminho através de um monte dessas coisas, e esperamos fazê-lo novamente “, concluiu o executivo.

A intenção da Sulake é trazer ainda mais jogadores para o Habbo (atualmente o aplicativo tem mais de 300 milhões de personagens criados). Tal como na versão “grande”, Habbo para Android vai permitir que os jogadores construam salas , façam amigos e explore ambientes de outros jogadores.

O aplicativo requer conexão com a internet para funcionar e oferece compras no aplicativo, então se você tem filho pequeno, deve ficar ligado na diversão dos jovens a fim de não ter surpresas no futuro. Para facilitar as coisas, você pode desativar as compras usando as configurações do dispositivo mobile.

O download pode ser realizado por meio do Google Play. Para mais informações, visite o site do Habbo Hotel.

Abaixo o trailer do game Habbo Hotel:

Habbo Hotel é usado como plataforma para criação de minigames simples

Recebemos um release interessante em nossa caixa de email falando sobre a plataforma de criação de games do Habbo Hotel, mundo virtual famoso, acessado por 33 milhões de usuários de lingua portuguesa, a maioria entre 13 e 17 anos.

Segundo a assessoria do game, os adolescentes participantes da plataforma estão criando jogos cada vez mais bacanas graças a uma plataforma que dispensa conhecimentos de programação.

O rápido artigo cita dois jogos de brasileiros, o game Flutuando, de Ricargo Kriger, de 16 anos; e o game Coelhinho Sai da Toca, de Carlos Vargas, de 17 anos. Seria legal ver o Ricardo e o Carlos comentando este post.

A ideia de prover uma ferramenta simples para a criação de games é boa. Alguém já viu ou criou games dentro do Habbo Hotel?

Você acha que esse tipo de iniciativa pode favorecer a indústria de games incentivando o desenvolvimento de futuros talentos?